23 de outubro de 2013

PIBID EDUCAÇÃO FÍSICA ENTREVISTA

 
Esta foi uma entrevista concedida ao PIBID - UFRJ (subprojeto Educação Física) pelo professor de Educação Física da educação básica do Estado do Rio de Janeiro, Sebastião Henrique Correia da Silva, formado pela Universidade Gama Filho e pós-graduado na Universidade Federal Fluminense.

Esta entrevista foi feita no dia 17 de outubro de 2013.

11 de outubro de 2013

SERÁ QUE O ESPAÇO ESCOLAR VEM SENDO RECONHECIDO COMO O VERDADEIRO LUGAR DE ATUAÇÃO DOS LICENCIANDOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA?

Autor(a): Nathália Almeida

          Nos últimos meses, esta é a pergunta que mais tem me incomodado a respeito da nossa formação. Por estar no final desta graduação, ao longo destes anos tenho me deparado com alunos do curso de licenciatura que buscam estágios nos mais diversos campos que nos é possibilitado atuar, porém pouco se houve falar de alunos que procurem conhecer o universo escolar, ou seja, a educação básica, a não ser que se trate da disciplina de Prática de Ensino, obrigatória no nosso currículo. Poderia haver uma relação direta deste comportamento dos alunos com as disciplinas oferecidas na grade obrigatória e a forma como elas estão sendo conduzidas?
          Analisando as ementas, objetivos destas disciplinas, pouquíssimas são as que se propõe a tratar do assunto escola. Na mesma proporção aparecem os nossos professores que, mesmo estando ministrando suas aulas para futuros professores, não incentivam os debates sobre esta temática. Sugestões de atividades, estímulo à criatividade na hora de planejar aulas e como lidar com situações adversas, são bons exemplos da gama de assuntos que poderiam ser discutidos em nossas aulas na faculdade. Não falo aqui de um “manual prático para ser um bom professor” e sim de pensar a licenciatura como espaço de formação onde seus graduandos estão se preparando (ou deveriam estar) para atuar na educação básica prioritariamente. 
          Muitos são os alunos do curso de Licenciatura em Educação Física que, após concluírem seu curso, ingressam na Graduação, com a finalidade de ampliar seu campo de trabalho. Talvez seja o pouco espaço para a problematização do universo escolar e das responsabilidades como educador que este licenciando assumirá depois de formado, que podem estar contribuindo para o fortalecimento desta mentalidade em nosso meio acadêmico.
          Podemos concluir então que a escola não vem ocupando o lugar de destaque que deveria em nosso curso, na mentalidade da maioria de nossos professores e cada vez menos nas prioridades dos licenciandos. Mas para quem está na licenciatura como verdadeira opção, resta “arregaçar as mangas” e, assim como em qualquer outra área de atuação profissional, se qualificar cada vez mais e melhor, procurando unir teoria e prática, aproveitando ao máximo os espaços da universidade para a discussão, almejando formar um resultado positivo destas forças somadas: ser mais que um bom profissional, um bom educador!

3 de outubro de 2013

FOTO COMENTADA

Autor(a): Raíra Rodrigues




       Ao analisar este dia no Colégio Barão de Macaúbas, remeto-me a uma situação corriqueira nas aulas de Educação Física: o pedido dos alunos pela prática do Futebol. Acredito que este pedido seja muito ecoado por diversas aulas de Educação Física, e não só no nosso Ensino Médio Noturno.
       Apesar da persistência dos alunos, principalmente quando nos dirigimos à quadra, a aula de Handebol ocorreu como o planejado. O que me fez refletir, portanto ocorreu na semana seguinte. O pedido do mesmo aluno se transformou: "E ai professora, hoje é Handebol?".
       Esta pergunta do discente demonstra o quão importante é o nosso papel como professor. O aluno poucas vezes irá fazer a exigência pelo novo, pela outra cultura, e por novas possibilidades de vivência. Cabe ao professor transpor a barreira da resistência criada pelo aluno e lhe apresentar sempre outras possibilidades.